Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo.
e com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo.
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva.
e se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel.
num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu.
Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul.
Vou com ela viajando Havaí, Pequim ou Istambul
”Aquarela”
(Toquinho)